Quem é que se preocupaCom o gemido final que é a morte?E o meu último respirar perante A foice fatal, como será?Serei cremado como desejoOu estarei rodeado de falsos amigos
“Para as travestis a morte não tem nada de extraordinário, pois é uma experiência cotidiana" (Lohana Berkins)Por volta da meia noite, estava Alana sozinha no seu
Quem pode mensurar a dor do fogo que aniquila espéciesQue destrói as matas, a flora, causa solidão e entristece?Será que a vida não advém da majestosa, original magiaComo corolário de
Durante um jogo de xadrez indaguei meu adversário: existe acaso na árvore da vida, um valor último que justifique toda a agitação dos crânios? “Como te enganas”, exclamou o eterno