Não terra, não chores por alguém que não mereceQue a destrói, desmata, polui e à todos entristeceTerra querida, areia amada, planeta da paixãoMuitos por ti lutarão num único compasso do
Quando a tempestade passar restará devastaçãoMuitos não alcançarão as dores quiçá a desilusãoSementes foram plantadas, a colheita se aproximaEntres dissabores, tristezas e aflições a vida ensina Malgrado muitos não verem a
Ouvi a voz na fonteE sonhei que mergulhavaNos rios voadoresQue vem da Amazônia,É urgente ouvir o céu. Sou Flor que resisti nos sertõesNa imensidão dos vales,Assim sou eu.Eu vim de dentro
A chuva delicadamente toca o solo após a queimadaO perfeito aroma da natureza que outrora exalavaConcede lugar as cinzas da destruição da diversidadeMatas, florestas, seres mortos na concepção da idade A
PródromoA pragmática central deste livro de auto-ficção-científica, visa contar a história de cinco pessoas diferentes, que por mero acaso do destino, acabam por ter suas vidas entrelaçadas ao serem subitamente