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Tenra Mímesis

Tenra Mímesis

Apolíneo e o dionisíaco, tenra mímesis
A memória de um brado antepassado, passado de neto a neto em sínteses
Pois a secular doxografia aqui não permite um flanco
E as lástimas, deixemos ao gosto dos anjos
Uma mera quimera esmera a distopia que nos cabe
Num espelho é preto o reflexo é claro
E ali, contornam esfumaturas de um belo amaro
Sacro, como o progresso que ofende gaia 
E esburacamos os leitos para adornar o papa
A medida desmedida, acomete-se metida 
Na hipocrisia que enxergou Lutero
Poderíamos dissertar mais, mas é sacrilégio.
95 teses são pop
+ 4 são aplicativos inteiros 
Sempre há um novo jeito pra economizar dinheiro
Globalização e suas conquistas 
Cassini em Saturno e aqui terra planistas 
Para além do capital, polifonias de conhecimento social 
E quem diria
Literatura se faz distante da academia, e segue-se em
 Dualismo e dialética
Ethos e ética 
Uma droga
Agente fuma
Deixe à família brasileira 
Que ela julga 
Escarra nessa boca 
Mas peça desculpa
Por que o próximo mais distante 
Se aproxima constante 
E doravante 
Locupletar-se-á das suas sobras 
Dinheiro como peçonha
Tu cobras.

Narrativas

INfluxo
Jonas Andrade
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Sou Jonas O Macroplata, músico, escritor e editor de uma revista digital no instagram chamada Sassafrás @sssfras. Lá, falamos sobre produções culturais de diversas sendas artísticas e das personalidades que as confeccionaram, jornalismo interpessoal.

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