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Mãe natureza: a proteção

Mãe natureza: a proteção

 

Quem pode mensurar a dor do fogo que aniquila espécies

Que destrói as matas, a flora, causa solidão e entristece?

Será que a vida não advém da majestosa, original magia

Como corolário de uma evolução que a todos sempre cria?

 

Como se manter inerte enquanto as materialidades aniquilam

As diversidades, as formas mais belas de vida, as cores que brilham?

É uma corrida contra o fogo imposto, a poluição, o desmatamento

E ao chover, os pingos d’água (lagrimas) manifestam seu descontentamento

 

Outrora indagaram a razão, o aparecimento de novos vírus num dia

Quiçá seja a mãe natureza, numa repreensão as grandes covardias

Pássaros sobrevoam oceanos com plumas cobertas de petróleo

Tentam sobreviver, mas tombam, pretos e mortos diante de nosso olhos

 

Araras azuis, gavião real, peixe boi, ariranha, onça-pintada, as espécies

Todas em extinção em razão da invasão, da morte imposta à vida silvestre

Como não chorar, protestar, a esta extinção dolorosa e desmedida

Como pode a natureza não reagir à todas essas agressões tão descabidas?

Narrativas

INfluxo
Ricardo Alves de Souto
Ricardo Alves de Souto Seguir

O Autor tem uma extensa carga cultural. Poeta por essência, escritor, advogado renomado e político são algumas das carreiras desse talentoso escritor que hoje conta com 52 livros publicados.

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