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(h)eart(h)

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Eu, que sempre fui tão cheia de amor, 

Acreditei no seu "me desculpe"

Que não demora a me decompor

Logo após se esclarecer.

Tornei-me anfitriã dessa dor

Que todos os dias me sucumbe,

É o efeito devastador

Causado em mim por você.

E quem há de aguentar?

Ser rejeitada, brutalmente assassinada por quem deveria amar?

Você, que sempre procurou meu leito,

Não se cansa de me repudiar.

Quando penso no real motivo

Do seu ato egoísta, tão vulgar

Fico triste, sem consolo

Não há valor no que você me dá

Devo então fazer chover

Inundar as ruas com caos

Lide com que eu for devolver

Tempestades, escassez de mim

Pra mostrar ao seu ego-ser

Que não devo ser tratada assim

Com tanto desprazer

Se me findo, eu te levo junto

Meu adeus, teu perecer. 

Narrativas

INfluxo
Sthefany Martins
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Aspirante a escritora, compositora, fotógrafa e tantas outras formas de arte. Sou mulher, amazonense e acadêmica de jornalismo com muito amor, sem mencionar o perfil de leitora voraz!

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