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Distopia

Distopia

 

Entre as nuvens de gafanhotos o arcanjo aparece,

Seus olhos imersos em ódio,

Chorando sangue,

Com suas penas caindo a cada bater de asas,

Ele traz aquelas nuvens, buscando o extermínio total.

 

Deus desistiu dos humanos,

Ele não mais suportava a ignorância humana,

Ele os odiava,

Sua tolerância para com os feitos absurdos das criaturas inteligentes que criou acabara.

 

O demônio olhava rindo,

Com pipoca em mãos, ele os via caçando e exterminando suas presas,

Ele não iria interferir,

Não por medo,

Mas por achar aquela visão divertida.

 

Os humanos retaliaram

Para somente serem mortos.

 

Colônias humanas eram feitas,

Todos viraram gado,

E esta era a refeição favorita de Deus.

 

Os crentes que tanto acreditavam em salvação,

Desprezando a todos que não seguiam sua religião,

Foram os primeiros a serem mortos.

 

Deus não é benevolente,

Deus odeia os humanos,

Ele criara um mundo lindo,

E descansou,

Esperando acordar e olhar para essa beleza inigualável...

 

Mas...

 

Assim como pestes,

Os humanos apareceram,

Destruindo toda sua safra,

Destruindo todo o seu jardim perfeito,

A humanidade era somente uma praga a ser exterminada.

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