Poetas,
profanos,
poemas.
Nas mãos uma pena,
nas mentes dilemas.
Joelhos balbuciam rezas,
Ora se entregam,
ora renegam.
O breu acendeu...
vontades dionisíacas,
A pena ganhou o poeta e o poeta, ganhou vida.
(Marluce Persil)
Nenhuma notificação


Poetas,
profanos,
poemas.
Nas mãos uma pena,
nas mentes dilemas.
Joelhos balbuciam rezas,
Ora se entregam,
ora renegam.
O breu acendeu...
vontades dionisíacas,
A pena ganhou o poeta e o poeta, ganhou vida.
(Marluce Persil)
Indicados para você
Nenhum item adicionado
# Adicione tags
Tamanho ideal: 1440 x 480 px (proporção 3:1)

