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Pena profana

Pena profana

⁠Poetas,
profanos,
poemas.
Nas mãos uma pena,
nas mentes dilemas.
Joelhos balbuciam rezas,
Ora se entregam,
ora renegam.
O breu acendeu...
vontades dionisíacas, 
A pena ganhou o poeta e o poeta, ganhou vida.

(Marluce Persil)

INfluxo
Marluce Persil
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Poeta, Historiadora, iniciou sua Jornada artística aos 14 anos de idade, aos 16 já trabalhava nos Palcos Baianos. Sua vida sempre esteve atrelada aos movimentos sociais e a dedicação ao lecionar, pois, sua maior luta é por uma sociedade igualitária .

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