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Pena profana

Pena profana

⁠Poetas,
profanos,
poemas.
Nas mãos uma pena,
nas mentes dilemas.
Joelhos balbuciam rezas,
Ora se entregam,
ora renegam.
O breu acendeu...
vontades dionisíacas, 
A pena ganhou o poeta e o poeta, ganhou vida.

(Marluce Persil)

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Marluce Persil
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Poeta,Historiadora,graduanda em Psicologia,ocupante da cadeira 240 na Academia Internacional Mulheres das Letras.Feminista atuante nas causas sociais.Aos 16 anos estreiava nos palcos baianos; participou de inúmeras coletânias nacionais e internacion

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