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Agora Não

Agora Não

Nem sempre é agora
O agora é sufocante, apressado.
Atropela a razão e em algumas 
vezes a vítima é o coração.
O agora do anseio,
atrapalha a conquista
e até faz perder.
Eler faz do sereno, um sentimento
em lágrimas de um sereno da alma,
do coração.
O agora para o amor é covarde.
Espanta e traz a misericórdia
no olhar de quem fora apressado.
O agora é bom quando é vivido
sem o querer imediato.
Sem os malabarismos na gramática
que jogam uma corda,
que enforca o amor.
Este agora espera. 
Ele aprende a conviver
com a saudade, com a espera
numa singular demonstração
de amor e maturidade.
Este agora é oportuno no viver
e o outro inoportuno para amar.
Agora é um tempo.
Um tempo para viver.
Para esperar.
Para sentar consigo e a paciência.
Com o coração e a saudade,
numa serenidade da alma.

Paulo Marcos

INfluxo
Paulo Marcos
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Um anormal em uma sociedade insana.

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