Ser uma Iyálòrìṣá, um Babálòrìṣá, uma/um Égbón ou uma pessoa que frequenta, ou seja, adepta de uma religião de Matriz Afro-Brasileira não a torna, automaticamente, uma pessoa negra e nem
CANDOMBLÉ:Um Ambiente de Resistência e Luta pelo Liberdade Cidadã e Culto Religioso da População das Mulheres Transexuais e das TravestisFernanda de Moraes da Silva Iyálòrísá de Candomblé da Nação Ketu, Teóloga,Assistente