[ editar artigo]

Verdade Devoluta

Verdade Devoluta

Minha alma sofre as feridas do meu corpo

São tantos as mágoas, quase nada exposto

Sonhos me serviram até serem destruídos

Pela vida, quiçá decisões ou mesmo amigos

 

Não se pode despontar se ninguém compreende

As aflições, as dores, tudo que nos torna doente

A intenção é a insignificância da improdutividade

É a alegação que se faz por não haver lealdade

 

Viver, passou a ser passos de apenas um dia

O incógnito é a regra, dura, incerta, sem magia

Nossos sonhos são roubados da nossa mente

Levados pelas decepções de um mundo insolente

 

Onde estão os “amigos” que jamais estendem as mãos

Não passam de quimera, fantasia, mera decepção

Mas quem eu sou para retratar a verdade oculta?

Sou o devedor, o corpo vazio, numa verdade devoluta

Narrativas

INfluxo
Ricardo Alves de Souto
Ricardo Alves de Souto Seguir

O Autor tem uma extensa carga cultural. Poeta por essência, escritor, advogado renomado e político são algumas das carreiras desse talentoso escritor que hoje conta com 52 livros publicados.

Ler conteúdo completo
Indicados para você