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Sangue sobre areia

Sangue sobre areia

Obscuras razões de uma guerra contra oprimidos

Determinam as falácias de um mundo de ilusões

Quando perceberemos a fraternidade de bilhões

Ao ver a destruição dos sonhos já corrompidos?

 

Alegações, conjecturas, quiçá engodos camuflados

É guerra sem aparentes razões, no mundo estertorado

Jovens não sabem os achaques, o verdadeiro objetivo

Ao atirar num irmão, algo brutal, despido de sentido

 

Enquanto caixões se enfileiram e são entregues às famílias

Comandantes designam o destino de pessoas nas suas ilhas

Luxo à quem comanda, morte àqueles que não entendem as razões

Destroem cidades, reduzindo-a à pó e estilhaçando corações

 

Intimidação, poder, manipulação das informações são as armas

Daqueles que constroem ditaduras na democracia da farsa

Enquanto o mal se propaga e pisamos em sangue remanescente

O solo vermelho permanece na memória triste dos inocentes      

Narrativas

INfluxo
Ricardo Alves de Souto
Ricardo Alves de Souto Seguir

O Autor tem uma extensa carga cultural. Poeta por essência, escritor, advogado renomado e político são algumas das carreiras desse talentoso escritor que hoje conta com 52 livros publicados.

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