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Relatos

Relatos

As coisas mudaram, e as pessoas também. Mas os sonhos contínuas sendo os mesmos, talvez hajam complementos nessas acções.

O efeito do tempo, sobre o qual estamos todos sujeitos, mas, as crenças ainda são as mesmas, apenas evoluíram. 

A natureza, preza na sua constante evolução, a muito que se contentou, quando lá fora o mundo da muitas voltas, e ninguém o nota.

Talvez faça falta, a conversa sobre sonhos de grandeza, e reunir a Malta na placa.

Todos esses meios, denunciam o fim desejado, + o futuro é hoje e o amanhã não existe. 

Ainda que prossiga, amanhã, talvez não justifique todo esse sentimento atordoado, transportado pelo caminho.

A mente se farta de ideias, as buscas são constantes, parece que quanto mais se busca mais longe se fica do desejado.

Mais nada muda, nos recolhemos do descanso, levantamos da sombra, de baixo do sol recolhemos os pedaços de cacos e continuamos.

Talvez Nada disso faça sentido, afinal, o futuro é incerto e a vida conduz a morte. Mas, Talvez seja tudo oque temos.

 Muita coisa faz confusão, se quer desistir mas se tem um contra peso, oque se estaria a perder? Só que não depende só de Nós, um outro contra peso.


 Os planos não são pário aos vícios, os medos e todas as incertezas, então numa breve 
sucessão de dias somos castigados.


 Durante o dia, o céu testemunha nossa resiliência, quando a noite cai, são nossos 
aposentos que presenciam nossas incertezas.
 Nada faz sentido…

Baralhamos Nossa Mente, a melhor arma q temos. De um lado o Dinheiro, do outro os estudos. Oque faremos?

Aprendemos a sobreviver a muito tempo, então carregamos a 
cruz e seguimos.


 Afinal Nossos olhos, sempre estarão longe de alcançar o fim da linha, pós as linhas 
paralelas apenas se intercedem no infinito.
Talvez Nos falte fé…


O sol se torna cada vez mais quente mediante a nossa imperícia, a falta de 
discernimento faz de nosso suor pouca coisa.
Trabalhamos em vão?
Talvez Não…

No bairro só se fala de sobrevivência. Talvez faça sentido.


Aprendemos a vigiar nossos pensamentos Supostamente, Porém as vezes somos dominados. 


Somos imperfeitos, justificamos. A brisa que vem do mar, sem querer maquilha nossos rostos, quando somos pegos pela vergonha.

Só que nem todos usufruem do benefício.

Talvez seja isso.

Talvez seja essa a definição de viver.
No fim nada precisa ser fácil, quando se olha para as acções às circunstâncias, se percebe uma coisa.

Deus colocou um preço em Tudo, pelo qual, em detrimento do que se quer ou se faça, pagaremos por ele.

Equilíbrio é a palavra-chave. Seja lá oque for, apliquemos, pós é assim que o universo é mantido.

Em equilíbrio. Então isso nos manterá vivos por mais tempo.

Homens solteiros, o caminho da Escala os revelou. Agora são constantemente 
avistados, quem os observa provavelmente aprende alguma coisa.

A quem ainda os encherga mas não os vê, Porém somos todos iguais mas diferentes ao mesmo tempo.

 Sejamos felizes, um homem aconselhou.

Pós Deus é connosco.

Narrativas

INfluxo
Lourenço Adriano
Lourenço Adriano Seguir

Estudante de Arquitetura. 'Escritor' nos Tempos livres. Pensador e Artista.

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