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JANELA

JANELA

Uma janela não tem mais vidros 
Não abre mais
Emperrada.
A poeira e a teia, ornamentos. 
O cupim espreita
Os moradores guardam o seu lar.
Entre os vãos da madeira um raio de sol 
Invasão! - grita o cupim.
Todos se escondem, a aranha sobe a teia até o forro da casa. De lá, ela observa uma moça, ainda com olhos serrados
que sonha acordada com uma cortina de cetim.

 

 

Narrativas

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Pulmão da Cuesta
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Amante da poesia marginal, pintora de mulheres, formada em Literatura, professora, mãe e apaixonada pela vida. 40 anos de idade, Botucatuense.

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