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Sinto

Sinto

Sinto-me, já me permito viver o agora.


Permito-me, a sempre tentar permanecer no presente. Firmar um compromisso, fazer questão, querer estar preto, ouvir e melhorar por conta disso; mudar, se necessário.

Sirvo-me, da vida, do ar fresco, da cama quente e desarrumada.

Sirvo-me mais, do amor, das pessoas, da alegria de viver que não em deixa abalar. Tento, ter mais que uma rotina, cheia de horas, limites e opressão.


Amo-me, desde já, pois é pra ontem a falta de cuidado, próprio, carinhoso, urgente.
Amo-me mais, agora e faço do meu eu forma de astral, efeito a casa, me cuido e me respeito. Só deixo as visitas ficarem se forem boas para mim.

Deixo-me, desentrelaço e me perco dentro de mim mesma. Deixo, a cada passo, partes de mim no chão, o que não é mais sustentável, o que aperta o calo.
Deixo-me mais, mas me encontro e não me deixo mais.

Permaneço, pois sou macro, sou micro e sou algo, enfim, sou vida, sou flor, sou sol e, se eu quiser, sou lua também.

INfluxo
Ana Carolina Neto Rodrigues
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Mineira, barbacenense, louca. Poeta, advogada, escritora, dona de brechó, empreendedora. Feliz, confiante, corajosa, arteira e serelepe. Ando sorrindo, ando cantando, busco a felicidade nos mais simples detalhes do dia a dia. Eu sou real.

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