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Semear.

Semear.
Tiago Júlio Martins
jul. 18 - 1 min de leitura
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É preciso aproveitar o tempo da semeadura do mesmo modo que se aproveita a colheita.

Não se germina a fraternidade num solo infértil, o chão precisa de carinho.

Se arado com armas em punho e bocas espumantes, a plantação não vinga.

Trabalhemos na tessitura de um futuro bom,

ainda que o presente pareça comprometido,

nós só temos alguns milhares de anos como civilização e a Terra é bem mais antiga:

Nós temos o que aprender com ela.

Eu ouvi dizer, que a natureza e o amor são as maiores forças que existem.

E nelas, tudo se une, tudo se encaixa, tudo encontra um sentido.

Por isso, deixemos de lado julgamentos mesquinhos contra o amor:

O amor não se julga, minha gente.

Julguemos o ódio, julguemos o egoísmo, julguemos a falta de empatia, julguemos a violência verbal.

Nós somos filhos do mesmo ventre, irmãos e irmãs do mesmo universo.

Abracemos a nossa ancestralidade com respeito para, juntos, darmos as mãos com o mesmo propósito:

Tornar a vida mais suportável, evoluir em paz e amar sem fronteiras.

Que entre nós, prevaleça apenas a distância de abraços.


Imagem gratuita para uso comercial e sem necessidade de atribuição de direitos autorais por Bessi,  em Pixabay. Disponível em: 

https://pixabay.com/pt/photos/%c3%a1rvore-campo-p%c3%b4r-do-sol-nuvens-736875/


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