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Sede e gana

Sede e gana
Julio César Rodrigues Silveira Mano
abr. 18 - 1 min de leitura
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Sede e gana

No descampado vi linda cigana

Enluarado canto de um doidivanas

E abençoado é o passo de quem ama

Comendo estrada, dentro sede e gana

De ver o mundo pela flor dos olhos teus

Cavar bem fundo e garimpar o que é meu

Viver na alma aquele sonho de um deus

E a vida que, num dia, a loucura assim se fez

(interlúdio)

Segura o cavalo encantado

Que é corpo do ser já sabido

Remando no mar do indizível

Pescando sementes do que não se quis

E andei muitos rumos e lá, as pedras que eu cruzei

Li a mão e o olhar que me inflama

Deixando a dor do desapego, a dor do desamor

 


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