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Resistência Luzente

MARIADEMELO. ESCRITORA
dez. 3 - 1 min de leitura
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Na luta pela vida

Ô, mulher, você jogou água

Fervente no seu amor

Isso aconteceu quando acabou o amor

 

O roxo no teu braço, olho e peito

É de um punho bruto do teu “amor”

E pela tua vida, tu resolveste

Jogar água fervendo no teu amor

 

Quando você levantar a mão pra uma mulher

Covarde você é, homem!

Você irá se arrepender

No seu amargor e no vazio que hão de lhe consumir

 

Quando levantar a mão pra uma mulher

Homem, covarde você é!

Saiba: irá se arrepender

No amargor e no vazio que hão de lhe consumir

 

A mulher, aquela que é o seu amor,

Agora fala com exuberância

Ela não é puta nem santa

Agora, ela se chama Resistência

 

No seu leito protetor, ela se cuida

No alvorecer, é vanguardista

No anoitecer, vigília

Aquela ninguém agora se chama resistência

 

A fúria vanguardista é alvorada

Resistência Luzente

Como brilho do sol faina

No combate, se fez forte caminhando

 

É direção com ternura e classe

É mulher na certeza

De ser uma lutadora sempre

A luta se faz em terra fértil

 

Ela chora, grita e canta!

Pelo recomeço de uma vida vivida

Sem otário, sem muro e sem opressão!

Quando a mulher levanta, a luta triunfa!

 

Viva às mulheres!  

Viva, viva e viva!



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