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O amor e a despedida

O amor e a despedida
Ricardo Alves de Souto
mar. 4 - 1 min de leitura
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Ele chegou, submergindo minha mente outrora triste

Me perfilhou e adotou meu coração enquanto subsiste

Houve tempos que ousei ter encontrado o ensejo de viver

Foi esplêndido, quiçá único, aquele baque que trouxe você

 

Estação em que as cores se graduaram, um arco-íris de vida

O sol era estrela, bem como a realidade da púbere despedida

Dor, o que almejar após seu amor ter sido de ti arrebatado

Após viver no seu sangue, por átrios e ventrículos atravessado?

 

Perfunctória passagem de um anseio que reproduz a vida

Que jamais entenderá o pretexto, o razão da súbita despedida

Como pude ter sido recusado de uma aliança incondicional

Ser capinado do amor que batia no meu peito sentimental?

 

Enigmático algoritmo de uma vida que não resguarda o amor

Que o arrebata, te toma dos braços, lacrimado tamanha a dor

Eis que agora hei de viver sozinho, com você na minha reflexão

Até a hora da melancólica despedida retratada na mais bela canção   


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