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Um Tratado Sobre a Água

Um Tratado Sobre a Água

1. A Carta da Terra

O propósito desses poucos minutos de exposição é uma homenagem a carta da terra, mas com o enfoque, a vida, com água em abundância. Todos sabem que essa nossa terra que calcula-se tenha três vírgula oito bilhões de anos, necessita ter o respeito do ser humano. E por uma questão lógica, a terra é o quintal da nossa casa, é o nosso lar E nessa vida única, as condições essenciais para a evolução da vida exige o nosso comportamento que constrói o bem-estar da humanidade, atual e futura. É preciso entender os sistemas ecológicos, plantas, animais, do solo e definitivamente determinar que os padrões, até então, dominantes de devastação, ambiental e redução dos recursos naturais, não é mais um caminho inteligente. É preciso que o desafio do futuro crie uma aliança global com as atitudes virtuosas. As atitudes que envolvam conhecimento e tecnologia. para abastecer com abundância a todos e reduzir os impactos negativos. São aspirações que todos temos, da responsabilização universal, mas é preciso mudar o viés da conduta reprimida para conduta virtuosa a ser repetida. Nós temos que aumentar o respeito e cuidado com a terra, especialmente a água, pois basta imaginar como seria a vida com escassez de água. Como seria para os brasileiros a dificuldade de acesso a água e ao mundo? Então, essas dádivas que a terra nos dá de presente devem ser respeitadas. Devemos proteger e restaurar essa integridade ecológica, adotar planos urgentes de proteção, promover a recuperação dos ecossistemas e controlar os anos ainda existentes. É preciso prevenir. E o princípio ambiental da precaução demonstra que o nosso conhecimento, por mais que ele exista, ele deve ser transformado em ação. Nós podemos pensar, modelos, menos impactantes e nós devemos adotar medidas menos impactantes. Por porque os a capacidade regenerativa da terra, ela só sofreu o um ataque muito grande do ser humano, é preciso respeitar, deixar com que ela se recupere e contribuir pra que o dano não aumente. Assim, a cooperação científica e técnica internacional é importante é necessária para garantir o desenvolvimento humano equilibrado. Nós precisamos nos cercar de recursos intelectuais, financeiros e técnicos para nesse contexto explicar a necessidade de proteção especialmente da água o desenvolvimento sustentável depende da água em abundância. Ahm a a carta da terra adotou vários princípios que são pressupostos, condições de procedibilidade e propósitos futuros para alcançar a tolerância. Imagino todos vocês qual seria o o grau de intolerância e atitude bélica, inexistindo água. Portanto, o tópico específico é, são as formas de proteção da o caminho a seguir, ahm para cumprir as promessas da carta da terra, adotar e promover valores para que isto seja possível. Venha comigo, nos breves minutos em relação ao tema, vida comem abundância.

2. A Origem de Tudo

Quando falamos em proteção e falamos em abundância, é preciso retomar alguns aspectos da origem de tudo. É sabido que a nossa sociedade tem padrões religiosos e é o exemplo do cristianismo, o Gênesis dizia que o homem foi criado a semelhança de de um ser superior pra que dominasse sobre os peixes do mar, sobre as águas do céu, sobre as grandes animais, de toda a terra e assim por diante. Por mais que seja algo escrito ao seu tempo mesmo assim, os livros sagrados não disseram e não ordenaram para que os homens destruíssem a Terra, destruíssem os meios de sobrevivência, tornasse a própria vida insustentável contaminassem as águas, não de forma nenhuma. Por mais que a leitura seja feita a época, ao seu tempo, mesmo assim nós não concluímos pela Veja que ali há elementos de abundância, de abundância, mas nunca de destruição. É é por isso que a água, para aqueles que não compreendem a nossa inter-relação direta com o planeta, compreenda é preciso desenhar, nós se colocarmos a mão na altura do peito, imaginarmos todo o restante do corpo para baixo é água, isso significa setenta por cento, apenas para tornar a visão concreta. Por coincidência nosso planeta tem em torno de setenta por cento de água, parece que nós somos uma cópia do da própria terra, é por isso que essa inter-relação e essa corresponsabilidade faz com que os nossos negócios a nossa forma de produzir não seja de destruição, seja sim de abundância, mas de respeito e de não degradação. É esse o o lema necessário para chegarmos a necessidade de proteger água com muito mais fervor. Esses três vírgula oito bilhões de anos dum laboratório terra, que nos deu deu as condições necessárias de vida, que nos deu elementos, nutrientes a ponto de despertarmos uma maior, próprio da evolução, tudo é devido à própria terra. A a água potável, água encanada, melhorou também enormemente a vida das pessoas, não há ponto negativo, que podemos acusar ao planeta de nos causar mal, em relação a essa, a condição da água, a água disponível, a água a ser transformada, a água em energia. E assim, ela também se transformando em nós mesmos, nessa composição de setenta por cento de água. É preciso deixar claro, então, que esses modelos mecanicistas do passado são mesmo obsoletos. Nós temos que criar a forma virtuosa da abundância e da proteção. Elas não são antônimo, abundância não é um antônimo de proteção, é preciso inaugurar esse nova formatação de nós mesmos, nós somos a natureza, nós somos a água assim nós respeitamos, evitamos desperdícios, mas não negamos acesso. Abundância é diferente de desperdício. Portanto, essa essa esse resumo breve, pra mostrar que a ciência, ela deve estar ao nosso e devemos ser práticos. Se compararmos a realidade da nossa ciência e exigirmos que os nossos cientistas criem artificialmente uma uma gota de água, nós teremos um grande problema. E um enorme cu Assim, as vozes de dessalinizar a água do mar, são próximas, parecidas a essa visão torta. É muito mais barato, não poluir. É muito mais barato? Não destruir, é mais barato manter os mananciais. Vendo a frente apura abundância. Esses segredos da natureza que talvez estejam entrelaçados com uma visão ahm as visões religiosas mostram que a de de vida das pessoas está diretamente relacionada a uma vida pura, uma vida com saúde, com água em abundância, em convívio harmonioso com o planeta. Esse é o lema que nós precisamos propalar.

3. A ordem é não limitar o progresso

Pode se explicar a arrogância, a prepotência, o status quo a a não, o não progresso da humanidade, através do do exemplo religioso, em que os dogmas são imutáveis porque aqueles ditos conhecedores da palavra se arvoram no direito de ou conversarem com Deus ou se colocarem na posição desse Deus superior a ponto de que aquela verdade esteja na cabeça do emissor e não do do ser superior que se desconhece, é um meio de comunicação próprio, ou seja, Alice cria uma barreira insuperável, o topo da pirâmide do conhecimento e aí e se cria extremismos, autoritarismos e toda a espécie de de comportamentos autoritários. Do outro lado, a ciência, que também, em obstante, tenha a vivência diária própria da evolução, da do estudo em si, ela se coloca como antídoto, se Deus não explica, a ciência explica. E aí, nós chegamos aos dois ahm, tetos, ahm, insuperáveis, tetos como se fosse o topo do do possível. E não se abra o caminho pra outras vias. Outras vias que possam, especialmente, juntar ao viés religioso, com o viés da ciência, com a fé em em a ponto de criar uma outra amálgama tão resistente e potente para explicação do insucesso nesse planeta, por vezes, ou pela devastação, por outros, e a gente compreenda, a sociedade compreenda que precisamos evoluir muito mais. Assim como os os meios de transporte, o ser humano acreditava lá no início do dos anos de mil e novecentos, que havia descoberto o máximo da energética de ou de combustão, de locomoção por meios de locomoção da época, mas cê acreditava, isso não é verdade, se evoluiu muito, é por isso que devemos compreender que temos muito mais a evoluir, aceitar a mais modernidade a frente, que há mais facilidade da vivência, há mais sobre vida, através dos descobrimentos das invenções da medicina, enfim, é possível não, énão limitar. Esse seria o grande ensinamento nas próximas gerações. Não podemos limitar o pensamento.

4. Potencial humano

Imprevisível. Irreversível. Potencial muda isso.

O tema em discussão trata do potencial humano. Talvez por isso se justifique a conclusão mundial em aplicação em educação. A educação tem o sentido de aumentar o potencial humano de quanto mais intenso for o potencial humano de compreensão, menor será a imprevisibilidade das ações humanas. Elas serão mais planejadas e a conclusão estará mais o planejamento, afastamos ou reduzimos, assim, a imprevisibilidade. Mesmo assim, algumas situações alcançam a irreversibilidade, quando ahm não se chega àquilo que se quer, o planejado, conforme humano, resulta em algo errado e aí ele se torna irreversível. E o potencial humano muda isso? Pode mudar. Tanto pelo conhecimento, quanto pela participação, a atuação das pessoas Veja só, e se ele for irreversível, houve um erro no caminho, o perdão é o caminho para continuidade, é assim que se forja a raça humana, socialmente educada e coerente. Da mesma forma quando a comunidade é ouvida e quando essa comunidade tem conhecimento, potencial maior, se diminui a imprevisibilidade. Numa questão muito simples, a participação é mais ampla, ampla e os erros a serem cometidos, reduzem. E se mesmo assim, houver um erro e acontecer a irreversibilidade. Tanto mais, essa sociedade emitirá o perdão. O perdão, porque todos participaram poucos visualizaram que mesmo com o potencial de cada um, não se previu o suficiente. Mas quando se faz o contrário, quando não se tem o potencial humano, torna as ações ainda mais imprevisíveis e somada a não participação coletiva, o que é irreversível, torna-se imperdoável. Esse é o caminho que muitos países, governos, times de futebol e quem quer que seja, ahm, acaba por tomar indevidamente, porque existede superioridade que algumas pessoas deteriam o poder absoluto do conhecimento. Eis o erro que é a contradição ao perdão, humanitário.

5. O faz de conta não muda o mundo para melhor

Um outro viés necessário de proteção as vezes é até emblemático há algumas formas de apresentação da poluição da água, por exemplo, de alguns setores que poluem a água com cor exemplo, já aconteceu no Brasil, pra chamar atenção. E aí, a mídia pública, que a água ficou toda esverdeada, ficou toda toda vermelha, enfim, e ela foi um manifesto pra mostrar que aquele rio já está morto faz tempo. Ora, isto é importante mas no cenário brasileiro as pessoas esquecem rapidamente, tá? Então, ela serve como uma bandeira de luta, mas é preciso a forma virtuosa de solução dessa contaminação permanente das águas que temos no Brasil. E os projetos são muito, são muito pífios, são projetos superficiais e dentre eles, por exemplo, da poluição por agrotóxicos, ahm nós observamos que há chamadas iniciativas que são na verdade formas de tangenciar e esconder o problema na sua essência. Vamos lá, todos os anos, cooperativas, eh setores da agroindústria fazem o recolhimento das embalagens dos agrotóxicos, isso até publicam, fazem homenagens, dão prêmio pra quem recolheu mais embalagens de agrotóxicos. E a mídia, provavelmente, paga, também se posiciona com louvor a essa iniciativa. Pois bem, ah se recolhe milhares e e milhares de toneladas de plástico. O plástico, em si, ele nada muda em relação a um plástico, comum, quando a a a questão de de poluição. O plástico lavado é um plástico lavado, mas nessa mesma hora, essas vozes de louvor e proteção do meio ambiente, esquecem que ali daquele recipiente de agrotóxico havia vinte, trinta, cinquenta, cem litros de agrotóxico que foi jogado no meio ambiente muito, muito dele para as nossas e aí ninguém fala. Nós não precisamos pintar as paredes do edifício que está caindo, resolve nada, não resolve nada. Essa solução tangenciada eh que é uma mentira coletiva para aplausos rápidos e esquecimento mais rápido do problema não resolve a problemática da combinação da água. Isso precisa ser dito, isso precisa ser reafirmado. E como vamos mudar isso? Com iniciativas virtuosas.

6. Modelos virtuosos básicos

Os Exemplos de Rodízio do fornecimento de água, dessassoreamento do rios, despoluição do rios, e outros procedimentos-placebo, etc não tratam da causa do problema. Portanto não serão a solução. Por outro lado, observamos que, né? Todo ano também os governos fazem, é verdadeiras procissões a favor da da coleta da água da chuva, devido a uma seca momentânea que aconteceu. Se não há seca, se esquece tudo. e aí começam a colher água da chuva, armazenar água da chuva. Ah, a agroindústria, por exemplo, ela constrói reservatórios, não há propriamente um programa sério em relação a isso. suinocultores, avicultores, enfim, todas toda essa essa gama de de ligados a agronegócio, precisa ainda de dinheiro público, com juro baixo para coletar a água da chuva que necessita para dos seus animais, nós estamos perdidos. Pelo amor de Deus. Pouco se vê no Ministério Público do Brasil a fora, que as multas ambientais se revertam em reservatórios de água para destino coletivo. Pouco se vê, não tenho notícias em relação a isso, nós precisamos insti esses órgãos que ah o o dano ao meio ambiente precisa reverter pra ele mesmo, imagina lá o agricultor que que lesou o meio ambiente de uma forma precisa recuperar e depois pagar multa. Vamos fazer algo melhor? Vamos sair do caminho, do casti que é próprio da legislação brasileira e vamos para pena efetiva e virtuosa. Vamos incentivar o Ministério Público que além da aplicação dessa multa, ele seja instado a construir um reservatório pra si mesmo. E assim, estará ajudando o meio ambiente. E ao ele vai dizer que está agradecido pela pena aplicada, porque ela acabou revertendo para todos. É isso que precisamos inaugurar no Brasil. Chega de multas milionárias para grupos econômicos que tomam dinheiro aus milhões sem juru dus cofris públicus. Uma coisa não resolvi a outra, quandu u empreendimentu seja urbanu seja rural, industrial, enfim, é danosu eh, é precisu si exigir já na construção ahm desse empreendimento que tenha devido recolhimento, tratamento, recolhimento da água da chuva, tratamento dos resíduos, é isso que é necessário, vamos incentivar essa forma pró-ativa, de solução a a pela aplicação da precaução. Precaução e assim nós vamos Mirando a problemática da água que compõe setenta por cento do nosso corpo humano e é importante eh a importância não é preciso que se repita, mas é extremamente importante, nós precisamos alcançar esta forma de solução pela proteção da água.

7. Conclusão.

Por fim, a nova temática de proteção da água precisa criar exemplos proativos, mostrar o que funciona, mostrar o que está dando certo. E os legisladores precisam aprender a pagar, devolver impostos aqueles que estão fazendo certo. E com isso, nós a temática virtuosa que você ganha mais fazendo o melhor. Nós vamos nós temos que abandonar essa ideia, demonstrar quanto se destrói, quanto está fazendo errado, porque isso não cria exemplo as novas gerações. Nós temos que premiar os bons. Essa é a é é a verdade, é, é, é, essa, esse é o propósito dessas breve aula, pra que as pessoas compreendam que ali está a solução para construir um país, tá? Abandonar a ideia de republiqueta para inaugurar o caminho de um país. E assim, construiremos, construindo novos caminhos, nós teremos novos exemplos e nós não precisamos reinventar nada, nós não precisamos recriar apenas, proteger o que nós temos de melhor. Essa é a divulgação própria para as gerações, alicerçada no princípio da precaução.

É preciso premiar, reduzir IPTU de quem recolhe a água da chuva, de quem planta no seu terreno, algo, por exemplo, árvores nativas, é preciso premiar, é preciso dar um desconto maior, é preciso cobramenos de quem gasta menos, não ao contrário que acontece geralmente país afora, é preciso simplesmente premiar os melhores.

Por fim, é preciso dar VEZ AS JOVENS, os adultos e os idosos já erraram muito no tema Meio Ambiente.

Afinal de que adianta OUVIR OS JOVENS APENAS QUANDO AQUELAS IDEIAS FICARAM VELHAS?

Pense diferente.

 

https://www.youtube.com/watch?v=yMbe4m6xOSY

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Volnei Carlos Schwaikartt
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Graduação em Direito pela UFSM. Graduação em Administração Pública pela UFSC (2014). Professor de Direito - Celer Faculdades. Pós-Graduado pela Universidade Cândido Mendes/RJ. Pós-Graduado em Gestão em Segurança Pública - FACVEST Advogado Atuante.

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